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	<title>Kadydja Albuquerque, Autor em Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</title>
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	<title>Kadydja Albuquerque, Autor em Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</title>
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		<title>Reputação: como construir uma imagem positiva por meio da comunicação?</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2024/03/20/reputacao-como-construir-uma-imagem-positiva-por-meio-da-comunicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 14:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[Reputação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 12 de março, bati um papo com o Rafael Camilo, apresentador do Holdercast, sobre os desafios de construção de reputação feminina. Rendeu tanto assunto que eu resolvi escrever sobre o tema e dividir com os leitores em dois artigos.&#160; Mas, vamos “começar do começo” e falar um pouco sobre reputação no geral. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2024/03/20/reputacao-como-construir-uma-imagem-positiva-por-meio-da-comunicacao/">Reputação: como construir uma imagem positiva por meio da comunicação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br">Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</a>.</p>
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<p>No último dia 12 de março, bati um papo com o Rafael Camilo, apresentador do Holdercast, sobre os desafios de construção de reputação feminina. Rendeu tanto assunto que eu resolvi escrever sobre o tema e dividir com os leitores em dois artigos.&nbsp;</p>



<p>Mas, vamos “começar do começo” e falar um pouco sobre reputação no geral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é reputação?</strong></h2>



<p>Reputação é a <strong>AVALIAÇÃO SOCIAL</strong> de uma pessoa, de uma marca ou de um grupo. É como as pessoas os veem e falam sobre eles.&nbsp; Dificilmente, a reputação é algo unânime porque, apesar de ser possível construir ativamente um caminho para uma imagem positiva, ela não é validada pela pessoa cuja imagem está sendo avaliada, e sim pelos outros. Então, a forma como ela é construída depende de como cada um a recebe. E isso pode ser bem frustrante em alguns momentos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível ter controle na construção dessa reputação?</strong></h2>



<p>A reputação <strong>nunca esteve em um terreno tão frágil</strong>: o domínio das redes sociais, a crescente vigilância das ações de uma pessoa ou de uma marca, a facilidade de ter acesso aos fatos que comprovem que aquela imagem não é verdadeira, a desinibição do julgamento do outro sempre a postos para o cancelamento, o uso de fake news e até a inteligência artificial.&nbsp;</p>



<p>E é por isso que nenhuma marca ou pessoa deve deixar que sua reputação seja construída sem direcionamento. Apesar dessa construção ser feita por meio de um trabalho integrado de várias frentes, a comunicação é uma das avenidas de construção dessa reputação e é sobre ela que eu quero focar neste artigo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que nos preocupamos tanto com a reputação? Existe uma preocupação maior hoje do que antigamente?</strong></h2>



<p>Na minha avaliação, o nosso comportamento em relação à reputação continua praticamente o mesmo, inclusive em ambientes digitais. Desde sempre as pessoas se reuniam em grupos para falar sobre suas vidas, mostravam álbuns com fotografias de viagens, julgavam o vizinho. O que muda é que a tecnologia amplia isso pra escalas gigantescas. Como consequência, transforma todos em canceladores em potencial e requer que a comunicação esteja mais alerta e pense em estratégias mais efetivas para a reputação de uma marca ou de uma pessoa.&nbsp;</p>



<p>Aqui acontece um fenômeno interessante: com as redes, eu me ocupo mais com a vida do outro. E por saber que faço isso, sei também que o outro se ocupa mais com a minha vida. Então, eu me preocupo mais com minha reputação (avaliação social) pela projeção que uma crise de imagem pode tomar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, como construir uma boa reputação por meio da comunicação?</strong></h2>



<p>Eu costumo considerar 4 Cs na hora de considerar estratégias para a construção de reputação positiva dos meus clientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Conteúdo relevante</em></h3>



<p>A construção de autoridade passa pela produção de conteúdos relevantes, ou seja, que entreguem aos seus públicos informações que façam diferença na vida deles, que possibilitem que tomem melhores decisões em suas vidas.</p>



<p>Em tempos de fake news, esse conteúdo precisa estar comprometido com a verdade, que contribua para o debate na esfera pública e seja transmitido de forma muito clara. Além disso, é imprescindível que a comunicação estimule seu cliente a diversificar narrativas para mostrar domínio e capacidade de falar sobre os assuntos a partir de novas perspectivas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Constância</em></h3>



<p>É impossível construir reputação positiva aparecendo de vez em quando. E cabe à comunicação garantir que a marca esteja sempre em voga.&nbsp; Sempre que a marca aparece, novas pessoas passam a ter conhecimento dela, mas isso não quer dizer que elas vão considerá-la. Então, existe um caminho a ser percorrido para que o conhecimento vire consideração, e isso só se faz com narrativas constantes de autoridade.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Coerência</em></h3>



<p>Eu não corroboro a máxima “você não precisa ser, apenas dizer que é”. Considerando o que eu disse anteriormente, que a reputação hoje é construída em um terreno frágil, é muito fácil desmascarar uma marca, seja ela uma pessoa ou uma empresa.</p>



<p>É claro que, no processo de construção de uma reputação, existe uma criação de persona, que pode ser 100% focada no que a marca já é, mas também pode contemplar algumas atribuições de valor que ela gostaria de ter e que está no caminho para conquistá-las.</p>



<p>No entanto, vender o que a marca não é só amplia o risco de cancelamento. Portanto, é melhor que seja construída com calma, avaliando estratégias de acordo com os objetivos.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Conexão</em></h3>



<p>Não se constrói reputação sem conexão. Se a marca não se conecta com seu propósito e, por consequência, com o seu público, suas credenciais não são validadas. Se isso acontece, o público não advoga em sua causa. E se não há uma base defensora da marca, sua reputação é apenas o que ela diz. Vira uma declaração, um <em>statement </em>que, ao tentar ser confirmado pelos outros, não se sustenta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E agora, por que é mais difícil para as mulheres construir boa reputação?</strong></h2>



<p>Partindo do conceito de que reputação é avaliação social, é muito mais difícil para a mulher construir uma reputação porque somos um gênero que estamos em constante observação.&nbsp;</p>



<p>A nossa construção social e cultural vem sendo feita (validada) desde o início dos tempos pelo terceiro, pelo homem. E quando quem avalia está conosco em uma dinâmica de poder, não tem como ser um caminho fácil.&nbsp;</p>



<p>Mas isso é papo para o artigo da próxima semana!&nbsp;</p>



<p><strong><em>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2024/03/20/reputacao-como-construir-uma-imagem-positiva-por-meio-da-comunicacao/">Reputação: como construir uma imagem positiva por meio da comunicação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br">Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Calendário anual para assessoria de imprensa</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2023/12/13/calendario-anual-para-assessoria-de-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 19:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Programar]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Umas das estratégias que mais produz resultado na Assessoria de Imprensa é trabalhar com pautas quentes, ou seja, que tenham um gancho factual. Sendo assim, utilizar datas importantes ao longo do ano é um bom caminho para emplacar seu cliente, ou você mesmo, em matérias relevantes. O Conversa preparou um calendário com sugestões de algumas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Umas das estratégias que mais produz resultado na Assessoria de Imprensa é trabalhar com pautas quentes, ou seja, que tenham um gancho factual. Sendo assim, utilizar datas importantes ao longo do ano é um bom caminho para emplacar seu cliente, ou você mesmo, em matérias relevantes.</p>



<p>O Conversa preparou um calendário com sugestões de algumas datas importantes, mês a mês, e que têm muito apelo para a imprensa. Claro, existem muito mais datas que podem ser exploradas, por isso, sugerimos que as assessorias construam um planejamento para pensar em estratégias ao longo do ano.</p>



<p><strong>JANEIRO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>10/01 &#8211; Dia Mundial da Saúde Mental (Janeiro Branco)&nbsp;</li>



<li>24/01 &#8211; Dia Internacional da Educação&nbsp;</li>



<li>24/01 &#8211; Dia da Constituição</li>



<li>28/01 &#8211; Dia Internacional da Privacidade de Dados&nbsp;</li>



<li>Férias escolares</li>



<li>Viagens de férias</li>



<li>Pautas sobre o verão</li>



<li>Resoluções de Novo Ano</li>
</ul>



<p><strong>FEVEREIRO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>04/02 &#8211; Dia Mundial contra o Câncer&nbsp;</strong></li>



<li><strong>13/02 &#8211; Carnaval&nbsp;</strong></li>



<li><strong>14/02 &#8211; Dia Internacional da Doação de Livros&nbsp;</strong></li>



<li><strong>15/02 &#8211; Dia Internacional de Luta contra o Câncer na Infância&nbsp;</strong></li>



<li><strong>18/02 &#8211; Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Início das aulas (pode variar)</strong></li>



<li>Fevereiro Roxo (lúpus, fibromialgia e mal de alzheimer)</li>



<li>Fevereiro Laranja (Leucemia)</li>
</ul>



<p><strong>MARÇO&nbsp;</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>02/03 &#8211; Dia Nacional do Turismo&nbsp;</li>



<li><strong>08/03 &#8211; Dia Internacional da Mulher</strong></li>



<li>14/03 &#8211; Dia dos Animais</li>



<li>14/03 &#8211; Dia Nacional da Poesia&nbsp;</li>



<li><strong>15/03 &#8211; Dia Mundial do Consumidor&nbsp;</strong></li>



<li>15/03 &#8211; Dia da Escola&nbsp;</li>



<li><strong>16/03 &#8211; Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas&nbsp;</strong></li>



<li><strong>20/03 &#8211; Início do Outono</strong></li>



<li>21/03 &#8211; Dia Internacional Contra a Discriminação Racial&nbsp;</li>



<li><strong>21/03 &#8211; Dia internacional da Síndrome de Down</strong></li>



<li><strong>21/03 &#8211; Dia Universal do Teatro&nbsp;</strong></li>



<li><strong>22/03 &#8211; Dia Mundial da Água&nbsp;</strong></li>



<li>24/03 &#8211; Dia Internacional para o Direito à Verdade sobre Graves Violações dos Direitos Humanos e pela Dignidade das Vítimas&nbsp;</li>



<li><strong>31/03 &#8211; Páscoa&nbsp;</strong></li>



<li>31/03 &#8211; Aniversário do Golpe Militar (1964)&nbsp;</li>



<li>31/03 &#8211; Dia da Saúde e Nutrição</li>



<li>Março Azul (câncer colorretal)</li>
</ul>



<p><strong>ABRIL</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>01/04 &#8211; Dia da Mentira&nbsp;</strong></li>



<li><strong>02/04 &#8211; Dia Mundial de Conscientização do Autismo (Abril Azul)</strong></li>



<li>02/04 &#8211; Dia Internacional do Livro Infantil&nbsp;</li>



<li>07/04 &#8211; Dia do Jornalismo&nbsp;</li>



<li><strong>07/04 &#8211; Dia Mundial da Saúde&nbsp;</strong></li>



<li><strong>08/04 &#8211; Dia Mundial do Combate ao Câncer&nbsp;</strong></li>



<li><strong>19/04 &#8211; Dia dos Povos Indígenas</strong></li>



<li>22/04 &#8211; Descobrimento do Brasil (1500)&nbsp;</li>



<li>28/04 &#8211; Dia da Educação&nbsp;</li>



<li>28/04 &#8211; Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho (Abril Verde)&nbsp;</li>



<li><strong>29/04 &#8211; Dia Internacional da Dança&nbsp;</strong></li>



<li>30/04 &#8211; Dia Internacional do Jazz&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>MAIO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>01/05 &#8211; Dia da Literatura Brasileira&nbsp;</strong></li>



<li><strong>01/05 &#8211; Dia Mundial do Trabalho&nbsp;</strong></li>



<li>03/05 &#8211; Dia Mundial da Liberdade de Imprensa&nbsp;</li>



<li><strong>12/05 &#8211; Dia das Mães&nbsp;</strong></li>



<li>13/05 &#8211; Abolição da Escravatura (1888)</li>



<li>17/05 &#8211; Dia da Constituição</li>



<li>18/05 &#8211; Dia Internacional dos Museus&nbsp;</li>



<li><strong>18/05 &#8211; Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes</strong></li>



<li>21/05 &#8211; Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento&nbsp;</li>



<li>22/05 &#8211; Dia internacional da Biodiversidade&nbsp;</li>



<li><strong>30/05 &#8211; Corpus Christi&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Maio Amarelo (Prevenção de Acidentes de Trânsito)</strong></li>



<li>Maio Vermelho (Hepatite)</li>
</ul>



<p><strong>JUNHO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>01 a 05/06 &#8211; Semana Mundial do Meio Ambiente&nbsp;</strong></li>



<li>04/06 &#8211; Dia Mundial das Crianças Vítimas de Agressão&nbsp;</li>



<li>05/06 &#8211; Dia Mundial do Meio Ambiente</li>



<li>07/06 &#8211; Dia Mundial da Segurança Alimentar&nbsp;</li>



<li>07/06 &#8211; Dia da Liberdade de Imprensa&nbsp;</li>



<li>10/06 &#8211; Dia da Língua Portuguesa&nbsp;</li>



<li><strong>12/06 &#8211; Dia dos Namorados&nbsp;</strong></li>



<li><strong>12/06 &#8211; Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil</strong></li>



<li>14/06 &#8211; Dia Mundial do Doador de Sangue (Junho Vermelho)&nbsp;</li>



<li>15/06 &#8211; Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa (Junho Lilás)</li>



<li>17/06 &#8211; Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca</li>



<li><strong>19/06 &#8211; Dia do Cinema Brasileiro</strong></li>



<li>20/06 &#8211; Dia Mundial do Refugiado&nbsp;</li>



<li><strong>20/06 &#8211; Início do Inverno&nbsp;</strong></li>



<li><strong>28/06 &#8211; Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+&nbsp;</strong></li>



<li>Mês Mundial da Conscientização sobre a Fertilidade</li>
</ul>



<p><strong>JULHO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>13/07 &#8211; Dia Mundial do Rock&nbsp;</strong></li>



<li>25/07 &#8211; Dia do Escritor&nbsp;</li>



<li><strong>26/07 &#8211; Dia dos Avós&nbsp;</strong></li>



<li>28/07 &#8211; Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais (Julho Amarelo)&nbsp;</li>



<li><strong>Férias escolares</strong></li>



<li><strong>Férias em geral</strong></li>
</ul>



<p><strong>AGOSTO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>01 a 07/08 &#8211; Semana Mundial da Amamentação (Agosto Dourado)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>05/08 &#8211; Dia Nacional da Saúde&nbsp;</strong></li>



<li>09/08 &#8211; Dia Internacional dos Povos Indígenas&nbsp;</li>



<li><strong>11/08 &#8211; Dia dos Pais</strong></li>



<li>26/08 &#8211; Dia Internacional da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão&nbsp;</li>



<li><strong>29/08 &#8211; Dia Nacional do Combate do Fumo&nbsp;</strong></li>
</ul>



<p><strong>SETEMBRO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>07/09 &#8211; Independência do Brasil (1822)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>08/09 &#8211; Dia Internacional da Alfabetização&nbsp;</strong></li>



<li><strong>10/09 &#8211; Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (Setembro Amarelo)</strong></li>



<li>15/09 &#8211; Dia do Cliente</li>



<li><strong>21/09 &#8211; Dia da Luta Nacional das Pessoas com Deficiências</strong></li>



<li><strong>22/09 &#8211; Início da Primavera</strong></li>



<li><strong>25/09 &#8211; Dia Nacional do Trânsito&nbsp;</strong></li>



<li>27/09 &#8211; Dia Nacional do Idoso&nbsp;</li>



<li><strong>27/09 &#8211; Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos (Setembro Verde)</strong></li>



<li>28/09 &#8211; Dia Internacional do Acesso Universal à Informação</li>
</ul>



<p><strong>OUTUBRO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>01/10 &#8211; Dia Nacional do Idoso e Dia Internacional da Terceira Idade&nbsp;</strong></li>



<li><strong>04/10 &#8211; Dia Mundial dos Animais&nbsp;</strong></li>



<li>08/10 &#8211; Dia do Nordestino&nbsp;</li>



<li><strong>10/10 &#8211; Dia Mundial da Saúde Mental&nbsp;</strong></li>



<li><strong>12/10 &#8211; Dia das Crianças&nbsp;</strong></li>



<li>12/10 &#8211; Dia Nacional da Leitura&nbsp;</li>



<li>13/10 &#8211; Dia Internacional para a Redução de Desastres Naturais&nbsp;</li>



<li><strong>15/10 &#8211; Dia do Professor&nbsp;</strong></li>



<li>16/10 &#8211; Dia Mundial da Alimentação</li>



<li>16/10 &#8211; Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza&nbsp;</li>



<li><strong>19/10 &#8211; Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama (Outubro Rosa)</strong></li>



<li><strong>29/10 &#8211; Dia Nacional do Livro</strong></li>



<li><strong>31/10 &#8211; Dia das Bruxas (Halloween)</strong></li>
</ul>



<p><strong>NOVEMBRO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>01/11 &#8211; Dia Mundial do Veganismo&nbsp;</li>



<li><strong>02/11 &#8211; Dia de Finados&nbsp;</strong></li>



<li>03/11 &#8211; Instituição do Direito e Voto da Mulher (1930)&nbsp;</li>



<li>05/11 &#8211; Dia do Cinema Brasileiro&nbsp;</li>



<li>09/11 &#8211; Dia Mundial da Liberdade</li>



<li><strong>14/11 &#8211; Dia Mundial do Combate a Diabetes&nbsp;</strong></li>



<li><strong>14/11 &#8211; Dia Nacional da Alfabetização</strong></li>



<li>15/11 &#8211; Proclamação da República (1889)&nbsp;</li>



<li>17/11 &#8211; Dia da Criatividade&nbsp;</li>



<li><strong>17/11 &#8211; Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata (Novembro Azul)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>20/11 &#8211; Dia Nacional da Consciência Negra&nbsp;</strong></li>



<li>21/11 &#8211; Dia Mundial da Televisão&nbsp;</li>



<li><strong>25/11 &#8211; Dia Nacional do Doador de Sangue&nbsp;</strong></li>



<li>25/11 &#8211; Dia Internacional de Não Violência contra as Mulheres&nbsp;</li>



<li>Novembro Dourado (Câncer Infanto-juvenil)</li>



<li><strong>Black Friday</strong></li>
</ul>



<p><strong>DEZEMBRO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>01/12 &#8211; Dia Internacional da Luta contra a AIDS (Dezembro Vermelho)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>02/12 &#8211; Dia Nacional do Samba&nbsp;</strong></li>



<li>09/12 &#8211; Dia Internacional contra a Corrupção</li>



<li>09/12 &#8211; Dia Internacional da Comemoração e Dignidade das Vítimas de Genocídio&nbsp;</li>



<li>10/12 &#8211; Declaração Universal Direitos Humanos</li>



<li><strong>21/12 &#8211; Início do Verão&nbsp;</strong></li>



<li>21/12 &#8211; Dia do Atleta</li>



<li><strong>25/12 &#8211; Natal</strong></li>



<li><strong>31/12 &#8211; Réveillon&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Férias escolares</strong></li>



<li><strong>Férias em geral</strong></li>
</ul>



<p>Leia o nosso <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/guia-relacionamento-imprensa/">Guia de Relacionamento com a Imprensa</a>. Ele é direcionado para quem tem curiosidade de entender como funciona cada tipo de veículo de comunicação e como pode desenvolver melhor a sua habilidade para dar entrevistas. Este material também é muito útil para assessores de imprensa que pretendem qualificar seu trabalho e orientar melhor suas fontes.&nbsp;</p>



<p><em>Calendário desenvolvido por Kadydja Albuquerque, Sócia e Coordenadora de Assessoria de Imprensa; Karolyne Antunes e Carlos Lopes, Assessores de Imprensa do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></p>
<p>O post <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2023/12/13/calendario-anual-para-assessoria-de-imprensa/">Calendário anual para &lt;p&gt;assessoria de imprensa&lt;p&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br">Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>4 motivos para investir em Assessoria de Imprensa</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2023/08/07/4-motivos-para-investir-em-assessoria-de-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 19:34:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente, eu tenho visto crescer o número de pessoas que entram em contato comigo para entender como funciona o serviço de Assessoria de Imprensa. Um questionamento dos mais comuns é: “será que é para mim? O que eu faço tem apelo para a imprensa?” Bem, essas perguntas dão outro artigo sobre como construir pautas relevantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Recentemente, eu tenho visto crescer o número de pessoas que entram em contato comigo para entender como funciona o serviço de Assessoria de Imprensa. Um questionamento dos mais comuns é: “será que é para mim? O que eu faço tem apelo para a imprensa?”</p>



<p>Bem, essas perguntas dão outro artigo sobre como construir pautas relevantes para os veículos de comunicação, mas eu já adianto que é possível construir estratégias de imprensa sobre (quase) tudo.&nbsp;</p>



<p>Mas, para quê contratar um serviço de assessoria de imprensa? O que minha empresa ganha com isso? Não seria melhor investir esse valor em estratégias mais diretas de marketing para conseguir mais clientes e alavancar meu negócio?&nbsp;</p>



<p>Depende. Se você tem um orçamento limitado para comunicação, precisa avaliar qual é o momento da empresa e a maturidade da marca. É até possível construir relevância do zero, mas o caminho é muito mais curto quando já há uma conversa sobre a marca em outros canais, por exemplo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é assessoria de imprensa?</strong></h2>



<p>Por mais que a palavra “imprensa”, deixe o entendimento mais fácil, não é tão simples quanto parece. Muitas pessoas confundem “Assessoria de Imprensa” com “Assessoria de Comunicação” (um termo mais amplo e que abarca o primeiro).&nbsp;</p>



<p>A Assessoria de Imprensa é uma área da comunicação (seja ela pública ou empresarial) que desenvolve ações estratégicas para repercussão positiva e espontânea de uma marca e de seus porta-vozes na imprensa.</p>



<p>E por que ela é tão importante e utilizada por toda grande marca? Abaixo, trago 4 motivos para pensar com carinho em investir nesse tipo de serviço.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. <strong>Sua marca alcança novos públicos&nbsp;</strong></h2>



<p><em>Brand Awareness</em> (ou conhecimento de marca) é um objetivo central em todas as ações de comunicação e, para a assessoria de imprensa, não seria diferente. Ao sair na imprensa, a marca e o porta-voz alcançam públicos que não buscaram a marca, mas passam a conhecê-la.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. <strong>Você qualifica sua reputação por meio da construção de autoridade</strong></h2>



<p>Por mais que, hoje em dia, as marcas consigam dialogar com seus públicos em seus canais de comunicação, ainda é a imprensa que ajuda a legitimar a autoridade de uma marca e de seus porta-vozes. A assessoria de imprensa busca, constantemente, inserir o cliente em oportunidades que possam valorizá-lo como especialista nos assuntos sobre os quais pode falar.&nbsp;</p>



<p>Muita gente diz que o jornalismo morreu, mas são os prints de notícias que são usados para provar que algo é verdadeiro. Então, isso é fato: você pode até dizer que é uma autoridade, mas você precisa de terceiros para que validar isso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. <strong>Você se destaca em relação aos concorrentes</strong></h2>



<p>Toda empresa e todo especialista têm redes sociais. São centenas, milhares de pessoas na sua área que estão, diariamente, produzindo conteúdo e investindo em estratégias que tragam mais engajamento. Mas, quantos são ouvidos como especialistas e aparecem em reportagens relevantes? Quantos podem capitalizar isso em suas redes sociais e acelerar o processo de validação de autoridade (lembra o que escrevi acima?). A assessoria de imprensa tem o desafio de inserir os seus clientes de forma espontânea na imprensa. E por que é tão importante que essas inserções sejam espontâneas e gratuitas? Porque elas têm mais peso jornalístico que as “matérias pagas”, portanto, legitimam mais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. <strong>Construção de ativo social</strong></h2>



<p>Sair na imprensa não é algo que se esgota na publicação. Uma inserção relevante deve ser destacada nos canais de comunicação da empresa/especialista, por exemplo. Para além disso, o porta-voz começa a ser inserido em discussões importantes, com autoridade validada por jornalistas, e essa conversa vai invadindo outras searas da comunicação, como convites para participar de eventos, podcasts, etc. Mas isso acontece de forma orgânica? Nem sempre. A Assessoria de Imprensa pode abraçar estratégias de relações públicas usando os seus resultados como credenciais para aumentar o ativo social do seu assessorado. </p>



<p><br><strong>Resumo da história:</strong> se você quer participar de conversas relevantes e aparecer em espaços que reforcem a sua autoridade, a assessoria de imprensa pode ser um investimento bastante útil.</p>



<p><strong><em>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></strong></p>
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		<title>O que aprendi com a curiosidade de explorar diferentes assuntos</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/variedades/2023/04/27/o-que-aprendi-com-a-curiosidade-de-explorar-diferentes-assuntos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 19:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano&#8221;. Essa frase de Isaac Newton já deve ter cerca de 300 anos e faz mais sentido ainda nos dias atuais, em que esse &#8220;oceano&#8221; de conhecimento cresce exponencialmente. Acreditam que o cientista tenha relacionado essa frase ao saber científico, mas, na minha opinião, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>&#8220;O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano&#8221;</em>. Essa frase de Isaac Newton já deve ter cerca de 300 anos e faz mais sentido ainda nos dias atuais, em que esse &#8220;oceano&#8221; de conhecimento cresce exponencialmente. Acreditam que o cientista tenha relacionado essa frase ao saber científico, mas, na minha opinião, ela pode servir como abertura para algumas reflexões que trarei aqui.&nbsp;</p>



<p>Desde o início do ano, tenho lido pouco sobre assuntos que estão relacionados às minhas carreiras de empresária e comunicadora. Percebi que tenho um interesse maior, no momento (e quase sempre rs), por temas diversos, que vão desde biografias de mulheres fortes a astronomia. E isso tem me feito pensar o quanto essa diversidade de conhecimento tem influenciado a minha produtividade, a minha criatividade e a minha sociabilidade.</p>



<p>Meu livro do momento é a biografia da Viola Davis (será que preciso explicar quem é? De qualquer maneira, segue o<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Viola_Davis" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> link do perfil</a> dela  rsrs). Forte, honesto, tão visceral que as imagens quase saem das páginas. Não é a história de uma atriz que &#8220;venceu na vida&#8221;, do ponto de vista profissional. Isso é inegável e não é o que te faz comer as páginas da obra. É o relato doloroso de uma mulher que se perdeu na invisibilidade, mas sobreviveu ao destino ao qual estava fadada e, hoje, continua à procura de si mesma.</p>



<p>Aí me pergunto: como um livro desse pode contribuir com a minha formação profissional? É a reflexão que tenho feito nos últimos meses, porque, como eu disse, tenho tido menos interesse em estudar as minhas áreas de atuação. E isso gera uma autocobrança: <em>como eu vou ficar sem estudar e ainda continuar sendo uma boa profissional? </em>Bem, esse texto não é para incentivar as pessoas a pararem de estudar (continuem, por favor!!). É mais uma provocação para os que limitam o seu conhecimento às áreas da profissão.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A busca por conhecimentos diversos conecta as pessoas</strong></h2>



<p>Em um mundo de tanta concorrência, o ativo social é um dos bens mais importantes de um profissional. Quem tem as “manhas” do networking sabe que você não constrói relações chegando direto ao ponto, tentando vender seus produtos ou serviços. Até acontece, mas a arte do networking passa por construir conexões por meio de afinidades e interesses. Se você só sabe falar sobre sua área, é bem provável que não consiga sustentar conversas sobre outros temas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estar antenado (e interessado) estimula a sua criatividade</strong></h2>



<p>Austin Kleon, autor de Roube como um artista (um livro importante para quem quer estimular a curiosidade), afirma que a criatividade está em toda parte. E isso faz muito sentido. Tudo pode ser inspiracional: as pessoas que passam por você, o panfleto que recebeu no semáforo, um livro sobre mitologia grega, um podcast que fala de astrologia, a música que te lembra a fase dramática da adolescência, a série que narra um romance entre seres interplanetários.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conhece-te a ti mesmo por meio das histórias do mundo</strong></h2>



<p>Visitar outras histórias e outros saberes possibilita que você se conecte com os seus a partir da associação. Quem nunca desconfiou de uma traição? Quem já achou que morreria de amores por alguém? Aposto que muita gente já quis sair por aí, pedindo caronas e conhecendo lugares e pessoas novas. Catou as referências?</p>



<p>A diversidade de mundos, reais ou não, provoca a sua autorreflexão. Já senti isso? Reagiria da mesma forma? Como isso pode ser aplicado em minha vida?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conseguir enxergar e entender o outro a partir da diversidade de pensamento&nbsp;</strong></h2>



<p>Deixei para o final a vantagem que considero mais importante em tempos de ódio e intolerância. Conhecimento une, propõe, acolhe. A ignorância é o que desagrega, julga e mata. Saber mais sobre o que se planeja opinar sobre é um gesto de cuidado com o outro.&nbsp;</p>



<p>Moral da história: quanto mais uma pessoa for curiosa, mais interessante ela é e melhor viverá. Melhor também fica o mundo, pode ter certeza. </p>



<p><strong>Leia também: </strong><a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/redes-sociais/2022/10/19/611-dos-brasileiros-acreditam-que-marcas-podem-contribuir-para-melhorar-os-dialogos/">61,1% dos brasileiros acreditam que marcas podem contribuir para melhorar os diálogos</a></p>



<p><strong><em>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></strong></p>
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		<title>Conversa 6 anos: o que aprendemos ao construir a nossa história?</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/aqui-no-conversa/2023/01/26/conversa-6-anos-o-que-aprendemos-ao-construir-a-nossa-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 11:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aqui No Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[6 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste dia 26 de janeiro, o Conversa faz 6 anos, e me desafiei a fazer um exercício de olhar para nossa trajetória como uma forma de ajudar outros empreendedores a terem novos olhares sobre os caminhos das suas empresas.&#160; Importante: este é um artigo menos sobre dicas de empreendedorismo para atingir o sucesso (que é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste dia 26 de janeiro, o Conversa faz 6 anos, e me desafiei a fazer um exercício de olhar para nossa trajetória como uma forma de ajudar outros empreendedores a terem novos olhares sobre os caminhos das suas empresas.&nbsp;</p>



<p>Importante: este é um artigo menos sobre dicas de empreendedorismo para atingir o sucesso (que é bem relativo) e mais sobre acolher seus desafios e acreditar nos movimentos importantes para seguir empreendendo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em primeiro lugar está quem constrói a história ao seu lado</strong></h2>



<p>Clientes, faturamento, rentabilidade, processos, etc. etc. etc. Nada disso é possível (ou sustentável) se não olharmos para a equipe. No Conversa, a nossa maior preocupação é garantir uma cultura forte, de respeito à diversidade e ao protagonismo dos proseadores (como são chamados).&nbsp;</p>



<p>Para isso, em 2019, iniciamos um processo de rebranding que não contemplou apenas uma nova identidade visual e um novo posicionamento de marca, mas também definiu valores e deu início a um processo de revisão da cultura da empresa com foco nas pessoas.&nbsp;</p>



<p>Por sermos, hoje, uma agência 100% remota, o desafio de manter a nossa cultura viva é ainda maior, mas vencê-lo diariamente é nossa prioridade. Compartilho com vocês os valores que nos movem:</p>



<p><em><strong>Viva a diversidade!</strong></em></p>



<p>Respeitamos, valorizamos e abraçamos as diferenças. Estamos sempre atentos a inserir essa pauta da diversidade em nossos processos seletivos, na formação de grupos diversos (Mulheres e LGBTQIA+) e também na discussão estratégica com nossos clientes.</p>



<p><em><strong>Relações ganha-ganha-ganha</strong></em></p>



<p>Tem que ser bom para a empresa, para o cliente e para a equipe. Buscamos sempre oferecer novas oportunidades de projeto primeiro a quem está conosco; estudamos como executar o projeto com a flexibilidade necessária que a pessoa necessita e garantimos a liberdade para criar e sugerir melhores formas de realizar.</p>



<p><em><strong>Impactar positivamente</strong></em></p>



<p>Comunicamos para construir um mundo melhor e ajudar a fazer as pessoas tomarem melhores decisões para suas vidas. Então sempre nos preocupamos em enxergar o poder transformador da comunicação e levar a discussão de pautas importantes para nossa equipe e para os nossos clientes. Este ano, vamos retomar o ConversAção, o nosso projeto probono de apoio a instituições sociais, por meio do qual ofertamos nossos serviços de forma gratuita por um período de três meses.</p>



<p><em><strong>Seja transparente; jogo aberto</strong></em></p>



<p>Somos o mais claros possível com nossa equipe. Sem mistérios, sem deixar dúvidas, ainda que tenhamos que tratar de assuntos espinhosos. Temos uma cultura de feedbacks periódicos em que revisamos e implementamos ações coletivas e individuais com base nesses ciclos de conversas. Periodicamente realizamos reuniões de alinhamento sobre novidades e a gestão do Conversa.</p>



<p><em><strong>Colaboração, aprendizado, evolução</strong></em></p>



<p>Não há crescimento empresarial sem crescimento individual. O Conversa incentiva e valoriza a capacitação da equipe. Contratamos e disponibilizamos diversos cursos e sempre encorajamos a equipe a trazer demandas de capacitação. Temos encontros periódicos para dividir conhecimento como em nosso projeto Clube de Conversas. Além disso, existe sempre uma conversa sobre como cada um pode evoluir dentro da empresa, seja participando de mais projetos ou assumindo novas responsabilidades ou novas configurações de trabalho.</p>



<p><em><strong>Reconhecimento às conquistas coletivas e individuais</strong></em></p>



<p>Garantimos a bonificação a cada renovação de contrato com os clientes e buscamos incentivar, por meio de comissão, as iniciativas que gerem novas receitas para a empresa. Recentemente, iniciamos a construção de planos de desenvolvimento individual com avaliação e revisão periódicas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cada passo importa e deve ser comemorado&nbsp;</strong></h2>



<p>Começamos pequenos, trabalhando na casa dos sócios e, aos poucos, fomos migrando para um formato mais parecido com uma empresa convencional. A ansiedade de enxergar o crescimento, principalmente no início do negócio, é inevitável, mas pode ser amenizada no exercício diário de enxergar as conquistas passo a passo. E, principalmente, comemorá-las. Temos a tendência de dar maior importância às perdas, aos recuos e ao que fracassou. No entanto, é mandatório celebrar cada vitória por menor que seja para que a construção da história da sua empresa fique marcada pelos momentos em que empreender fez todo sentido.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Faça pausas para realinhar estratégias</strong></h2>



<p>Esse papo de que o empreendedor não deve parar, precisa estar sempre em movimento, “pra cima” e com “sangue nos olhos” deve ser enxergado com cautela. Pausas são necessárias para rever caminhos, respirar e tomar decisões mais sensatas. Vai haver momentos em que a empresa parece estar estagnada, que as perspectivas não estarão muito claras e que você vai questionar o sentido de tudo. Nessa hora, pause. Faça o exercício de olhar para trás, perceber tudo que construiu e como fazer para seguir adiante.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conte sua história com orgulho</strong></h2>



<p>Você não precisa ter criado a empresa mais disruptiva do mundo para ter orgulho da história dela. Um negócio não se legitima apenas por quanto ele vale em termos financeiros. A história que você construiu é muito mais interessante e legítima quando ela faz diferença na vida das pessoas. As ações da empresa precisam ser um manifesto nessa direção para que o caminho faça sentido.</p>



<p>E, falando em manifesto, resgato o nosso vídeo de 5 anos. É muito gratificante saber que, passado um ano, ele segue vivo em nosso cotidiano.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Conversa 5 anos" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/8iA_llt_4WY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vídeo realizado para a campanha de 5 anos do Conversa</em></figcaption></figure>



<p>Acompanhe o nosso <a href="https://www.instagram.com/conversacomunicacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perfil no Instagram</a> e fique por dentro de tudo o que rola aqui no Conversa.</p>



<p><strong><em>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></strong></p>
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		<title>Comunicação organizacional no mundo digital</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2022/11/10/comunicacao-organizacional-no-mundo-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 19:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comunicação organizacional: a imprensa tradicional não pode mais ser o único foco da assessoria Há alguns meses, concedi entrevista para uma estudante de MBA que estava fazendo seu TCC sobre Comunicação Organizacional. Uma pergunta dela me fez pensar sobre como a comunicação nas instituições mudou com a chegada do digital. É coisa pra caramba pra [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2022/11/10/comunicacao-organizacional-no-mundo-digital/">&lt;strong&gt;Comunicação organizacional no mundo digital&lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br">Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comunicação organizacional: a imprensa tradicional não pode mais ser o único foco da assessoria</strong></h2>



<p>Há alguns meses, concedi entrevista para uma estudante de MBA que estava fazendo seu TCC sobre Comunicação Organizacional. Uma pergunta dela me fez pensar sobre como a comunicação nas instituições mudou com a chegada do digital. É coisa pra caramba pra falar sobre isso e eu decidi dividir o tema em artigos. Hoje: assessoria de imprensa.&nbsp;</p>



<p>Quero trazer, primeiro, um testemunho que sempre causa risadas entre os comunicadores mais novos. Quando eu comecei a trabalhar com comunicação organizacional, em 1999, já existia um “gostinho” de digital, porém os recursos eram muito limitados. A capacidade de armazenamento de arquivos no e-mail não comportava uma foto e, por isso, quando preparávamos material para enviar para a imprensa, o texto ia por e-mail, mas as fotos eram salvas em disquetes e entregues nos jornais pelo motorista.&nbsp;</p>



<p>Mas, não foi apenas a evolução do hardware que mudou a forma como fazemos comunicação organizacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comunicação digital envolve as outras comunicações</strong></h2>



<p>Margarida Kunsch, precursora do estudo da Comunicação Organizacional, criou uma classificação que, durante muito tempo, foi utilizada por acadêmicos e profissionais da área para desenhar estratégias integradas de comunicação dentro de uma instituição. De acordo com Kunsch, uma organização possui 3 áreas da comunicação: Relações Públicas, Marketing e Interna.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="526" src="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Comunicacao-organizacional.png" alt="Comunicação Organizacional Integrada" class="wp-image-5873" srcset="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Comunicacao-organizacional.png 1024w, https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Comunicacao-organizacional-300x154.png 300w, https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Comunicacao-organizacional-768x395.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Comunicação Organizacional Integrada</em></figcaption></figure>
</div>


<p>De fato, o modelo de Kunsch traz muita clareza sobre todas as áreas que devem ser percebidas pelos comunicadores organizacionais, porém ele não contempla o digital tão presente e, arrisco a dizer, base hoje de todas as estratégias. Essa minha afirmação não é revolucionária. É possível ver inúmeras pesquisas acadêmicas sobre isso. Aqui, eu trarei algumas percepções que tenho a partir da minha vivência nesses 23 anos como comunicadora organizacional.&nbsp;</p>



<p>A minha afirmação de que o digital é a base de todas as estratégias de comunicação se ancora na impossibilidade de executar qualquer uma das áreas da imagem acima sem utilizar o ambiente digital. É comum associar o digital apenas às estratégias de marketing e redes sociais (é só ver como a maioria das agências se dividem, inclusive o Conversa. É assim que o mercado tem dançado). No entanto, todas, sem exceção, estão envolvidas pelo digital.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Assessoria de imprensa: a chegada dos novos veículos</strong></h2>



<p>Vamos falar sobre assessoria de imprensa, que é a área que mais domino. Quando eu lecionava sobre o tema, sempre trazia a provocação de que não existe mais assessoria de imprensa sem o digital. A definição de veículo de imprensa foi ampliada à medida que a dinâmica de produção de conteúdo rompeu as barreiras entre produtores e consumidores, e fez com que todos se tornassem criadores de conteúdo em potencial. Não vou entrar no mérito da qualidade de produção de informação (isso daria outro artigo rs).&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, não há como ignorar os novos veículos que surgiram: os blogs (pioneiros), os canais em streaming de vídeos e os podcasts em streaming de áudio.&nbsp;</p>



<p>Um estudo realizado pela plataforma CupomValido.com.br com dados da Statista e IBOPE, divulgou que o Brasil é o terceiro país que mais consome podcasts no mundo, ficando atrás apenas da Suécia e da Irlanda. Dessa maneira, é inegável que esses espaços possuem audiências relevantes para os clientes de assessoria de imprensa.&nbsp;</p>



<p>No caso dos vídeos, vamos falar da principal plataforma do mundo: o YouTube. Em agosto, a empresa lançou o seu Relatório de Impacto Econômico, desenvolvido em parceria com a Oxford Economics, em que afirmava que o ecossistema criativo do YouTube contribuiu com mais R$ 6 bilhões para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2021, um aumento de 50% em relação ao ano anterior. Alia-se a isso a queda de audiência das TVs convencionais, e é seguro dizer (eu não sou a primeira) que canais famosos de entrevistas no YT oferecem um alcance muito maior que reportagens em alguns canais. Tem como desconsiderar isso na hora de criar uma estratégia de assessoria?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A imprensa cresceu para além do portal</strong></h2>



<p>Quem estudou “jornalismo on-line” no início dos anos 2000, leu muito sobre a adaptação da imprensa para o formato de portal e como isso se deu de forma gradativa. A assessoria de imprensa assimilou essas mudanças e hoje apresenta estratégias bem direcionadas para esse tipo de mídia. No entanto, nem toda assessoria de imprensa tem levado em consideração outra importante mídia desses veículos: as suas redes sociais. Ainda não é comum ver o assessor de imprensa negociar que a inserção seja divulgada também nos perfis dos veículos.&nbsp;</p>



<p>Não avalio que isso seja falta de habilidade do assessor, mas essa virada ainda não aconteceu também pela dificuldade de mensurar o retorno financeiro que esses posts trazem (a famosa centimetragem). Do lado de lá da redação, também não há ainda um entendimento editorial claro nas redes (na maioria dos veículos, principalmente os ‘regionais’).&nbsp;</p>



<p>Estamos caminhando, mas a incorporação dos canais digitais pela assessoria de imprensa não acontecerá sem um entendimento mútuo com os veículos de comunicação. Façamos como sempre fizemos em terrenos desconhecidos: revendo práticas e aprendendo novas técnicas.&nbsp;</p>



<p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/redes-sociais/2022/10/19/611-dos-brasileiros-acreditam-que-marcas-podem-contribuir-para-melhorar-os-dialogos/">61,1% dos brasileiros acreditam que marcas podem contribuir para melhorar os diálogos</a></p>



<p><strong>Descubra:</strong> <a href="https://www.instagram.com/p/CjqKrvSsoDN/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">6 motivos que tornaram o podcast Não Inviabilize um sucesso</a></p>



<p><strong><em>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2022/11/10/comunicacao-organizacional-no-mundo-digital/">&lt;strong&gt;Comunicação organizacional no mundo digital&lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br">Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</a>.</p>
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		<title>Cultura de dados: o caminho para melhores decisões</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/tendencias/2022/05/05/cultura-de-dados-o-caminho-para-melhores-decisoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 19:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde sempre, nós, empresários, somos desafiados a promover uma cultura organizacional sadia em nossas empresas. Ao nosso ver, a cultura é a forma como a organização conduz seus negócios e como trata seus clientes e parceiros. E, nisso, envolve não só valores, mas práticas, políticas e comportamentos que são reflexo da cultura. Isso é correto, [&#8230;]</p>
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<p>Desde sempre, nós, empresários, somos desafiados a promover uma cultura organizacional sadia em nossas empresas. Ao nosso ver, a cultura é a forma como a organização conduz seus negócios e como trata seus clientes e parceiros. E, nisso, envolve não só valores, mas práticas, políticas e comportamentos que são reflexo da cultura.</p>



<p>Isso é correto, mas não é suficiente. É comum, por exemplo, que as grandes corporações valorizem mais um aspecto da cultura organizacional que é crucial para o funcionamento delas: a produção de dados. Estas empresas entendem a importância de estabelecer metas, definir indicadores e mensurar resultados para garantir sustentabilidade.</p>



<p>Não quer dizer que as médias e pequenas empresas não tenham se atentado a isso. Existe um crescimento da cultura de dados nos negócios de todos os tamanhos, mas muito impulsionado pelo compartilhamento de processos dessas grandes empresas que são referência em gestão. Vamos ver como a cultura de dados pode ajudar o seu negócio a crescer e a qualificar o relacionamento com seus parceiros e clientes?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, o que é cultura de dados?</strong></h2>



<p>Por definição, cultura de dados é uma série de comportamentos e processos que são estimulados em uma empresa para priorizar a produção de dados e o seu uso com o objetivo de aprimorar a tomada de decisões.</p>



<p>A equação é simples. Produção + interpretação dos dados = melhores decisões. E quem não quer qualificar a tomada de decisão em um negócio, não é mesmo? Com certeza, decidir por uma contratação/demissão, alocação de recursos, investimento, etc., é um desafio constante na vida de um empresário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que caracteriza uma empresa com uma forte cultura de dados?</strong></h2>



<p>A busca constante por aprimorar os processos de colheita desses dados e as formas de interpretá-los. Uma empresa data-driven (orientada para os dados) está sempre revisando metas, acompanhando os indicadores e analisando os resultados.&nbsp; Também é muito importante cuidar da segurança do armazenamento dessas informações.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a cultura de dados pode trazer de positivo para minha empresa?</strong></h2>



<p>Tanta coisa! Vamos lá… a principal delas é a tomada de decisões. Eu diria que essa é a consequência guarda-chuva, e todas as outras vêm a partir dela. Algumas delas são:</p>



<p>&#8211; Maior competitividade a partir do entendimento da performance da empresa e do mercado;</p>



<p>&#8211; Otimização dos processos;</p>



<p>&#8211; Economia nos custos;</p>



<p>&#8211; Colaboradores mais bem informados e orientados e, por consequência, maior produtividade;</p>



<p>&#8211; Melhores serviços e produtos para os clientes.</p>



<p>Tem mais! Na verdade, tudo que diz respeito à gestão da empresa se beneficia com a implementação de uma cultura de dados forte. São informações sobre seu negócio, sua equipe, seus clientes. A partir delas, os cenários ficam mais claros e você pode decidir por ações que tornem a empresa mais competitiva, mais acolhedora, mais eficiente na gestão, e por aí vai.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais as dicas para começar a implementar a cultura de dados?</strong></h2>



<p>A primeira dica é “não vá com muita sede ao pote”. Comece com poucas metas e indicadores, e se dedique a uma área por vez até que todo o negócio possa ser mensurado.</p>



<p>Depois de definir quais áreas demandam mais dados, planeje definindo metas, indicadores e ações. Uma boa dica é estudar sobre OKR (Objectives and Key Results). Veja esse <a href="https://www.ted.com/talks/john_doerr_why_the_secret_to_success_is_setting_the_right_goals?language=pt">TED Talks do John Doerr</a>, autor do livro <a href="https://www.amazon.com.br/Avalie-que-Importa-Funda%C3%A7%C3%A3o-Sacudiram/dp/855080455X/ref=asc_df_855080455X/?tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=379708192683&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=10416643310920208626&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=1001541&amp;hvtargid=pla-770828033248&amp;psc=1">“Avalie o que importa”</a>, uma obra-referência sobre a metodologia OKR e necessária para quem quer entender mais sobre cultura de dados.&nbsp;</p>



<p>Falar sobre OKR daria um novo artigo (pra não dizer, vários outros) e trarei o tema mais para frente. Por enquanto, a minha intenção é plantar uma sementinha, iniciar uma conversa, provocar a primeira inquietação. Espero ter conseguido.&nbsp;</p>



<p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/rp-in/2020/10/20/a-importancia-do-proposito-para-as-marcas/">A Importância do Propósito para as Marcas</a></p>



<p><em><strong>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</strong></em></p>
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		<title>Não aguentamos mais: mulheres são as que mais sofrem com burnout na pandemia</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/variedades/2022/03/09/nao-aguentamos-mais-mulheres-sao-as-que-mais-sofrem-com-burnout-na-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 13:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Burnout]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar da casa, dos filhos, das exigências do chefe, do casamento. Todas essas tarefas, que as mulheres já desempenhavam antes de 2020, foram agravadas durante a pandemia, levando a estatísticas preocupantes.&#160; A pesquisa Women in the Workplace 2021, feita pela consultoria McKinsey &#38; Company e pela organização LeanIn, concluiu que 42% das mulheres tiveram sintomas [&#8230;]</p>
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<p>Cuidar da casa, dos filhos, das exigências do chefe, do casamento. Todas essas tarefas, que as mulheres já desempenhavam antes de 2020, foram agravadas durante a pandemia, levando a estatísticas preocupantes.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa Women in the Workplace 2021, feita pela consultoria McKinsey &amp; Company e pela organização LeanIn, concluiu que <strong>42% das mulheres tiveram sintomas da Síndrome de Burnout</strong> no ano passado. Enquanto isso, para os homens, a porcentagem foi de 35%.</p>



<p>Primeiramente observado pelo psicanalista alemão Herbert Freudenberger em 1974, o Burnout foi reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como síndrome em 2019 e <strong>está no rol das doenças mais frequentes durante a pandemia.&nbsp;</strong></p>



<p>Exaustão, menor identificação com o trabalho e sensação de redução da capacidade profissional são os principais sintomas da síndrome. As mulheres, na pandemia, se viram em uma situação extremamente desgastante, principalmente as mães, que precisaram cuidar dos filhos enquanto trabalhavam.&nbsp;</p>



<p>Uma análise da empresa de consultoria Great Place to Work e da startup de saúde Maven observou que mães com empregos remunerados têm <strong>23% mais chances de sofrer de burnout</strong> que pais empregados. Estima-se que<strong> 2,35 milhões de mães </strong>que trabalham fora nos Estados Unidos sofreram de esgotamento profissional, especificamente &#8220;devido às demandas desiguais da casa e do trabalho&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Sim, nós mulheres já tivemos muitas conquistas na luta pela busca da equidade com os homens, mas ainda precisamos desempenhar algumas funções praticamente sozinhas, como cuidar dos filhos.&nbsp;</p>



<p>O burnout parental é uma realidade e se aplica aos pais e mães, mas estas sofrem mais. O terceiro turno virou turno integral durante a pandemia, jogando uma luz maior nas diferenças de gênero dentro de casa e também no trabalho, onde as mulheres se viram mais cobradas e, por isso, mais estressadas. Não fosse suficiente, ainda há o agravante de receber menos que os colegas homens no mesmo cargo.&nbsp;</p>



<p>O gap salarial entre homens e mulheres ainda está longe de acabar, principalmente no Brasil. Segundo relatório Global Gender Gap de 2020, do Fórum Econômico Mundial, <strong>o país ocupa a 93ª posição</strong> em um ranking que analisa as nações conforme o índice de diferença nos salários de homens e mulheres. A lista possui 153 países.&nbsp;</p>



<p>As incidências de burnout entre mulheres são maiores por causa de diferenças em condições de trabalho e do impacto do gênero no avanço profissional. Pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, concluíram, em 2018, que mulheres eram (e ainda são!) mais vulneráveis ao chamado burnout que homens porque elas tinham menos chances de ser promovidas que eles e, portanto, eram mais propensas a estar em posições com menos autoridade, o que leva a maior estresse e frustração.</p>



<p>A pesquisa ainda concluiu que o esgotamento mental também era mais propícios em mulheres porque nós somos mais propensas a liderar famílias, experimentar tensões ligadas às crianças, investir parte de nosso tempo em tarefas domésticas e ter mais baixa autoestima.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dicas de como evitar uma crise de burnout</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Fique atenta a possíveis sintomas como insônia, fadiga, irritabilidade, ansiedade e memória ruim.&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Exponha a situação e peça ajuda a um colega, ao departamento de RH e à família. É importante ter uma rede de apoio neste momentos.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Escolha suas batalhas e organize suas prioridades. Não dá pra fazer tudo. Limite seu tempo de trabalho.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Identifique os gatilhos que provocam estresse em você.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Aprenda a dizer não!</li></ul>



<p>As escolas voltaram às aulas presenciais, as mulheres estão novamente saindo de casa para trabalhar, mas as marcas da pandemia vão continuar ainda por alguns anos. Apesar de toda nossa resiliência, e por isso parece que damos conta, não aguentamos mais. Não aguentamos ter que provar para o mundo que somos tão competentes quanto os homens. Não aguentamos mais ouvir que o homem deve “ajudar” em casa, como se esse fosse o verbo correto para dizer que eles devem dividir as atribuições como companheiros e como pais. Simplesmente não aguentamos mais e, por isso, nos esgotamos.&nbsp;</p>



<p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/desenvolvimento-pessoal/2021/05/25/a-ansiedade-esta-te-deixando-menos-produtivo/">A ansiedade está te deixando menos produtivo?</a></p>



<p><strong>Descubra:</strong> <a href="https://www.instagram.com/p/CMNQ8gEMp2N/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Os impactos da pandemia sobre as mulheres</a></p>



<p><strong><em>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></strong></p>
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		<title>Confira dicas para falar bem em uma entrevista com a imprensa</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/assessoria-de-imprensa/2021/11/09/confira-dicas-para-falar-bem-em-uma-entrevista-com-a-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 18:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você chegou a este artigo é porque tem curiosidade para entender como funciona cada mídia e como você pode desenvolver melhor a sua habilidade para dar entrevistas. De maneira geral, a imprensa valoriza enquanto notícia toda informação inusitada, inédita e com repercussões para a vida dos cidadãos. Desta forma, uma empresa ou organização precisa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você chegou a este artigo é porque tem curiosidade para entender como funciona cada mídia e como você pode desenvolver melhor a sua habilidade para dar entrevistas. De maneira geral, a imprensa valoriza enquanto notícia <strong>toda informação inusitada, inédita e com repercussões para a vida dos cidadãos</strong>. Desta forma, uma empresa ou organização precisa estar preparada para lidar com as adversidades e se deparar com destaques inesperados, bem como para aproveitar os espaços oferecidos pelos veículos de comunicação para tratar de assuntos positivos.&nbsp;</p>



<p>Por isso, é fundamental que os gestores de uma empresa ou organização estejam atentos às notícias em potencial e dividam com o assessor de imprensa a responsabilidade de distinguir como cada assunto poderá ser tratado. Vamos ver a seguir algumas dicas que podem te ajudar na hora que aquela demanda de imprensa chega e você precisa dar uma entrevista.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que e como se relacionar com os jornalistas?</strong></h2>



<p>O jornalista é um profissional curioso, tradicionalmente interessado por novas informações, atento a todos os fatos de relevância social, sejam eles bons ou ruins. Ainda que aparentemente a imprensa prefira destacar notícias negativas, as positivas são bem-vindas e rendem boas pautas nos veículos.</p>



<p>Os aspectos inovadores de projetos ou programas dentro de uma empresa ou organização são sempre bons temas. Independente do foco noticioso escolhido pelo veículo, a transparência na transmissão das mensagens deve estar em primeiro plano. Ela traz à tona a honestidade e o compromisso da organização com aqueles que esperam por respostas ou explicações: os cidadãos.&nbsp;</p>



<p>Mostrar a verdade, assumir erros e apontar soluções para eles são os melhores caminhos para garantir o direito à informação do público e proteger a organização contra o descrédito da sociedade. A imprensa tem grande papel na formação da opinião pública e na construção de uma relação sadia entre a população e as instituições, sejam elas públicas ou privadas. Daí a necessidade de manter sempre abertas as portas do diálogo com os jornalistas.</p>



<p>Não fale sobre o que você não sabe. Nunca tente enganar a imprensa. As informações corretas vão aparecer e a organização não pode correr o risco de ser desmentida e ficar desacreditada. Para não cair em armadilhas, tenha certeza das informações ou peça mais tempo para apurá-las.&nbsp;</p>



<p>Uma pauta negativa pode se transformar em positiva também. Depois de atender à solicitação do jornalista, busque chamar a atenção dele para assuntos de interesse da organização. Isto pode gerar boas pautas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vamos às dicas?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Em caso de entrevistas para TV ou para veículos que demandem produção fotográfica, vista-se adequadamente, usando roupas de cores sóbrias, sem estampas ou listras. Você não deve chamar mais atenção do que a informação que quer passar.<br></li><li>Esteja bem informado sobre o assunto. O assessor de imprensa deve subsidiá-lo com informações sobre o direcionamento da pauta antes de a entrevista ser concedida.<br></li><li>Não se irrite com repórteres inexperientes ou desinformados. A câmera, o microfone e o gravador estarão sempre ligados para flagrar esses momentos.&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Seja sucinto, direto, didático. Falas complexas e muito longas dificultam a edição, e você corre o risco de parecer confuso e ainda ter o seu raciocínio cortado.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Seja simpático, quebre o gelo da entrevista procurando alternar o olhar para o repórter e a câmera quando estiver gravando, em caso de entrevistas para TV.<br></li><li>Evite gesticular, apenas se quiser enfatizar uma frase. O excesso de movimento com as mãos desvia a atenção do telespectador, por exemplo. Já em uma entrevista para rádio, impresso ou portal, essa dica não precisa ser aplicada.<br></li><li>Evite se apoiar em jargões ou em expressões como “né”, “tipo”, “então”, “justamente”, etc.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Prefira palavras simples, frases curtas e linguagem coloquial, mas sem cair nos vícios de linguagem.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Evite termos técnicos para facilitar a compreensão do ouvinte ou leitor.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Evite expressões como “repetindo o que eu já disse&#8230;”, “conforme eu já havia explicado…”, “você não está entendendo…”, principalmente em entrevistas para rádio e TV.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Arredonde cifras e números para facilitar a compreensão.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Controle a ansiedade antes da matéria ir ao ar e converse com seu assessor sobre pontos que podem ser melhorados para as próximas entrevistas.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Só utilize siglas quando elas forem amplamente conhecidas.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Em entrevista gravada, pergunte quando será veiculada para que possa usar os termos verbais corretamente.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Seja enfático e não hesite em reafirmar informações que ache pertinentes.</li><li>Ao gravar a entrevista, procure um espaço sem ruído, mantenha o telefone no modo silencioso e peça para não ser interrompido por outras pessoas, em caso de entrevistas para rádio.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Se não compreender a pergunta, pode pedir para que o repórter a repita.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Evite passar materiais técnicos ou específicos demais porque podem confundir o jornalista e levar à publicação de informações equivocadas. Em vez disso, o assessor e o assessorado devem preparar um material destacando as informações que precisam ser noticiadas.&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Se o assunto em questão for complexo, evite que toda conversa seja feita por telefone. É possível combinar também o envio de material por e-mail ou pelo Whatsapp.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Seja o mais solícito possível e não demonstre estar sem tempo.</li></ul>



<p>E a dica mais importante de todas: nunca peça ao repórter para ver a gravação ou a matéria editada antes de ela ir ao ar! Se você não está pagando por aquele conteúdo (o famoso <em>branded content</em>, ou conteúdo de marca), é preciso entender que o jornalista tem a liberdade de escrever ou editar a matéria da forma que ele achar melhor, considerando sempre uma abordagem imparcial.&nbsp;</p>



<p>Leia também: <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/fake-news-e-como-o-jornalismo-pode-contribuir-para-combate-las/">Fake News e como o jornalismo pode contribuir para combatê-las</a></p>



<p>Descubra: <a href="https://www.instagram.com/p/CU-88eMM1gK/">6 situações em que sua empresa pode precisar de uma assessoria de imprensa</a></p>



<p><em><strong>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</strong></em></p>
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		<title>A indústria de entretenimento e mídia se reconfigura em meio à recuperação pós-pandemia, diz PwC</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/comunicacao/2021/09/28/a-industria-de-entretenimento-e-midia-se-reconfigura-em-meio-a-recuperacao-pos-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kadydja Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 19:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o mais recente relatório da PwC, novos hábitos de consumo impulsionados pela pandemia transformaram segmentos específicos de Entretenimento e Mídia. Alguns enfrentam dificuldades, enquanto outros se beneficiam, como veremos abaixo. Em sua 22ª edição, a Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia da PwC concentra seu foco nos deslocamentos de poder que estão ocorrendo no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo o mais recente relatório da PwC, novos hábitos de consumo impulsionados pela pandemia transformaram segmentos específicos de Entretenimento e Mídia. Alguns enfrentam dificuldades, enquanto outros se beneficiam, como veremos abaixo. Em sua 22ª edição, a Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia da PwC concentra seu foco nos deslocamentos de poder que estão ocorrendo no setor, em recuperação desde 2020.</p>



<p>No Brasil, os segmentos vinculados à publicidade e que dependem de locais físicos foram impactados de modo negativo pela pandemia. Nem todos devem recuperar, nos próximos anos, o que perderam. As atividades mais prejudicadas pela pandemia foram: cinema (-86%), shows ao vivo (-77%) e feiras de negócios (-74%). A indústria de E&amp;M no país deve crescer pouco menos que o mercado global no período 2020-2025: 4,7% e 5% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Como consequência da crise econômica causada pela pandemia e de mudanças no comportamento do consumidor, as receitas de E&amp;M sofreram, em 2020, sua mais acentuada retração na história da pesquisa. Essas forças simultâneas também aceleraram em vários anos o avanço rumo aos pontos de inflexão da indústria. Em 2021, esses pontos de inflexão se transformaram e se fundiram em deslocamento de poder e estão reformulando rapidamente o setor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Highlights da pesquisa</strong></h2>



<p>Mais de um ano após o início da pandemia, a Covid-19 continua a exercer sua força na dinâmica da indústria de mídia e entretenimento. Embora a incerteza persista devido a índices de vacinação que variam conforme o lugar e ao risco de surgimento de ondas de infecção de novas variantes, a pesquisa prevê que a combinação do efeito das vacinas com sistemas mais desenvolvidos de controle do vírus permitirá o retorno ao normal na maioria das nações desenvolvidas nesta segunda metade de 2021.&nbsp;</p>



<p>Para a indústria de mídia e entretenimento, o desejo dos consumidores de voltar a frequentar eventos de música ao vivo e ir ao cinema será moderado pela cautela e pelas limitações de público nos lugares de espetáculos. Hábitos adquiridos durante longos períodos de confinamento e restrições permanecerão. Ao mesmo tempo, tendências que já vinham sendo observadas antes da pandemia, como a transição crescente para produtos digitais e vendas on-line, foram antecipadas em anos. Enquanto setores como cinema, música ao vivo e feiras de negócios sofreram dificuldades sem precedentes, o crescimento contínuo da digitalização suavizou o golpe para a indústria como um todo.</p>



<p>A receita global total de E&amp;M caiu 3,8% em 2020, de longe a maior retração na história da Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia – um total de US$ 81 bilhões, mais do que o valor de todo o segmento de música, rádio e podcasts em 2020. À medida que mais regiões no mundo saem do lockdown e as taxas de vacinação aumentam, a previsão é de um crescimento anual de 6,5% em 2021 e de 6,7% em 2022, o que ajudará a receita global total de E&amp;M a alcançar uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 5% nos próximos cinco anos. No entanto, esse crescimento aparentemente saudável toma como base um ano muito fraco. Ao estender o período da CAGR para seis anos, temos um quadro menos otimista, com uma taxa de apenas 3,5%.</p>



<p>Em todo o mundo, os lockdowns tornaram o entretenimento doméstico a única opção, e o acesso à internet passou a ser essencial. No total, 1,1 bilhão de domicílios tinham banda larga fixa em 2020. Mais 4,6 bilhões de conexões de smartphones resultaram em uma pressão sem precedentes nas redes. O consumo total de dados aumentou 30% durante o ano, o que leva à previsão de uma tendência ainda maior de crescimento. O aumento da conectividade e da velocidade preparou o terreno para os resultados positivos de E&amp;M em 2020, com vídeos OTT (Over The Top), videogames e publicidade na internet registrando crescimento acima da média.</p>



<p>Em termos de gastos do consumidor, a TV tradicional e o vídeo doméstico respondem pela maior parte da receita total, embora a CAGR prevista até 2025 seja de -1,2%. A receita de jornais e revistas para o consumidor também cairá nos próximos cinco anos. Já a realidade virtual ganha destaque como o segmento com crescimento mais rápido.&nbsp;</p>



<p>Na categoria de publicidade, o segmento de jornais e revistas será o único a registrar queda de receita até 2025, com um CAGR de -1,4%. Em contraste, o cinema será o segmento de crescimento mais rápido nessa categoria – embora isso se deva principalmente à recuperação em 2021, vinda do baixíssimo patamar de 2020. O mesmo acontece com o segmento B2B, em que o crescimento de publicidade será de 21,1% (CAGR) ao longo do período da previsão da pesquisa, apoiado pela recuperação das feiras de negócios.</p>



<p>As medidas de confinamento tiveram impacto significativo em muitos segmentos de E&amp;M, principalmente o cinema, que registrou uma queda de 70,4% nas receitas. Embora a pesquisa mostre que os consumidores ainda preferem a experiência de ir às salas de exibição, a pandemia forçou os fornecedores de filmes a recorrer ao vídeo premium sob demanda (PVOD, na sigla em inglês) para cumprir suas programações de lançamentos.</p>



<p>Esse interesse em PVOD trouxe questões de longo prazo para a relação entre cinemas e produtores de conteúdo. Os lançamentos de PVOD bem-sucedidos demonstraram que esse mercado pode se somar à tendência de conexão direta com o consumidor e que os provedores de conteúdo com essa capacidade podem ter uma parcela maior da receita do consumo de uma obra.</p>



<p>As restrições às reuniões com grandes aglomerações afetaram fortemente o setor de E&amp;M ao vivo, fechando centros de conferências, arenas e estádios durante grande parte de 2020. A música ao vivo foi a mais afetada pela pandemia, com a receita caindo 74,4%. O setor foi forçado a se adaptar com soluções criativas, como shows drive-in em antigos cinemas ao ar livre ou grandes estacionamentos.&nbsp;</p>



<p>No entanto, esses formatos são vistos como um paliativo. Muitos operadores recorreram a experiências virtuais como alternativa.&nbsp;</p>



<p>Os games oferecem um marketplace pronto para esses eventos. Em maio de 2020, o Minecraft organizou um festival inteiro em sua plataforma, mostrando que há oportunidade para vender mais música e produtos por meio de plataformas de games e tirar mais proveito desse setor em expansão.</p>



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<p><a href="https://www.pwc.com.br/pt/estudos/setores-atividade/entretenimento-midia/2021/outlook-2021.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse a pesquisa aqui.</a></p>



<p><em><strong>Kadydja Albuquerque é jornalista e sócia do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</strong></em></p>
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