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	<title>Fernanda Matos, Autor em Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</title>
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	<title>Fernanda Matos, Autor em Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</title>
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		<title>Maternidade e carreira: como equilibrar essa relação com qualidade de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 18:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conciliar a maternidade com a carreira, mesmo nos dias de hoje, continua sendo uma tarefa desafiadora para mulheres em todas as áreas profissionais. Uma pesquisa realizada pela revista Crescer, em 2019, ouviu 2.887 mulheres, das quais 94% já relatavam dificuldade para equilibrar essa relação.  Entre as participantes, 64% disseram ter tido a carreira prejudicada. De [&#8230;]</p>
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<p>Conciliar a maternidade com a carreira, mesmo nos dias de hoje, continua sendo uma tarefa desafiadora para mulheres em todas as áreas profissionais. Uma pesquisa realizada pela revista Crescer, em 2019, ouviu 2.887 mulheres, das quais <strong>94% já relatavam dificuldade para equilibrar essa relação.</strong> </p>



<p>Entre as participantes, <strong>64% disseram ter tido a carreira prejudicada</strong>. De um lado,  precisavam recusar novos projetos profissionais ou promoções para terem tempo para cuidar dos filhos. Do outro, projetos novos ou promoções não apareciam pelo fato de serem mães.</p>



<p>Com a pandemia da Covid-19, essa realidade foi ainda mais afetada, reduzindo o tempo de qualidade das mulheres com seus filhos e abolindo de suas agendas o tempo dedicado para o autocuidado.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa <em>Woman in the Workplace</em> 2021, publicada em janeiro de 2022 pela <em>McKinsey e Leanln.Org</em>, também revelou que <strong>50% das mulheres que ocupavam cargos de gerência manifestaram sintomas de <em>burnout</em></strong><em> </em>persistente. Os dados mostram ainda que, uma em cada três mulheres pensou em largar ou alterar a carreira em razão do estresse.</p>



<p>Assim, além de paralisar a recolocação de mulheres no mercado de trabalho, a situação sanitária também impactou significativamente as suas carreiras, reduzindo a produtividade de muitas delas, que se viram forçadas a abandonar seus empregos ou desistir de suas ambições profissionais.&nbsp;</p>



<p>Excesso de cobranças por resultados, sobrecarga com atividades domésticas, falta de empatia dos empregadores, rede de apoio escassa ou inexistente completam o pacote de situações que têm impactado diretamente a carreira de muitas mães nesse período de pandemia.</p>



<p>Será que é possível equilibrar os dois papéis, investindo nos próprios projetos e carreiras, assumir posições de liderança e manter as relações de qualidade com seus filhos nesse novo cenário?&nbsp;</p>



<p>Talvez esse seja um dos questionamentos mais difíceis de responder quando o assunto é maternidade e carreira, mas o que eu e outras mães que conheço temos feito é tentar encontrar o equilíbrio na gestão de todos os nossos papéis.</p>



<p>Neste sentido, <strong>separei algumas dicas</strong>, com base na minha experiência e de outras mães para auxiliar outras mulheres a superar o momento de forma menos agressiva, cruel e desgastante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acalme o seu coração </strong></h2>



<p>Primeiramente, é preciso aprender a respeitar as suas limitações para trazer um pouco mais de leveza à sua trajetória profissional. Também é importante lidar com seus próprios preconceitos e cobranças, sempre procurando dosar o impacto das críticas que você faz à sua performance profissional. Mas como? Reduzindo o sentimento de culpa por termos deixado os bebês em casa para voltar a trabalhar ou de quando passamos do horário de pegá-los na escola por causa de uma reunião de trabalho, por exemplo, é um excelente ponto de partida, especialmente quando a mãe não tem uma rede de apoio com a qual possa contar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Controle suas emoções diante das dificuldades</strong> </h2>



<p>Durante a pandemia, não foram raras as situações de falta de empatia dos gestores e organizações presenciadas por mães no exercício das suas carreiras. Foi uma chuva de situações como a manutenção do nível de cobrança quanto à jornada de trabalho, à flexibilidade de agendas de reuniões, aos prazos de entrega das atividades e muitas outras coisas.</p>



<p>Se você percebeu que essa realidade tem impactado os seus resultados ou está refletindo na sua saúde emocional, é hora de procurar ajuda profissional de psicólogos ou psiquiatras. Outro caminho é a realização de atividades que te deem prazer, desabafar, chorar, ressignificar as suas formas de agir e de encontrar válvulas de escape para tentar dosar as suas emoções diante de tantos desafios. Tenha certeza de que no final tudo vai valer a pena.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Procure ferramentas que te ensinem a fazer uma gestão do tempo adequada </strong></h2>



<p>Entenda que seu filho merece um tempo de qualidade tanto quanto seu cliente, seu chefe, sua organização. A vontade de crescer profissionalmente deve acompanhar o sonho de viver bem com seus filhos e com sua família. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saiba dizer não</strong> </h2>



<p>Aprenda a definir prioridades diárias, impor limites para a realização das atividades em casa e no trabalho, a negociar prazos para execução das tarefas. </p>



<p>Conforme mostrou o Gender-Equality Index (GEI), da Bloomberg, em seu balanço da equidade de gênero em empresas, houve um avanço na mentalidade das corporações, que estão se esforçando para reverter o quadro. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido para a maternidade deixar de ser mal vista no mercado de trabalho.&nbsp;</p>



<p>Na minha opinião, muitas organizações ainda não estão preparadas para promover ambientes inclusivos e acolhedores para mães colaboradoras. Por isso é tão importante falar sobre esse assunto e levantar reflexões para garantir às mulheres o apoio necessário para superar os desafios da maternidade na vida profissional.</p>



<p>Sim, são muitos desafios a serem vencidos para combinar o cuidado dos filhos com o exercício profissional. Nem sempre vai ser fácil seguir essas dicas, mas é hora de fazer as suas escolhas e tentar fazer dar certo, porque somos capazes de transformar essa realidade. </p>



<p>Leia também: <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/uncategorized/2020/12/16/o-futuro-e-feminino-tambem-no-mercado-de-trabalho/">O futuro é feminino também no mercado de trabalho?</a></p>



<p>Para leitura: <a href="https://www.instagram.com/p/Ca5qZ7msxU2/">Não aguentamos mais: mulheres são as que mais sofrem com burnout na pandemia</a></p>



<p><strong><em>Fernanda Matos é Assessora de Imprensa do Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/sem-categoria/2022/05/25/maternidade-e-carreira-como-equilibrar-essa-relacao-com-qualidade-de-vida/">Maternidade e carreira: como equilibrar essa relação com qualidade de vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br">Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</a>.</p>
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		<title>Como educar meninos neste mundo machista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 20:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Empatia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exemplo dos pais pode ser determinante para afastar o machismo do ambiente familiar&#160; A tarefa não é fácil! Aliás, talvez seja uma das mais difíceis para as mães de meninos, pois, além do exemplo familiar, também é preciso ensinar os filhos a combater e repudiar os diversos estímulos machistas com os quais os pequenos terão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading" id="exemplo-dos-pais-pode-ser-determinante-para-afastar-o-machismo-do-ambiente-familiar"><em>Exemplo dos pais pode ser determinante para afastar o machismo do ambiente familiar&nbsp;</em></h4>



<p>A tarefa não é fácil! Aliás, talvez seja uma das mais difíceis para as mães de meninos, pois, além do exemplo familiar, também é preciso ensinar os filhos a combater e repudiar os diversos estímulos machistas com os quais os pequenos terão contato ao longo da vida. E isso pode ocorrer tanto em casa como nos churrascos de família, na escola, no parquinho, nas celebrações com os amigos e, acredite, em músicas, filmes e desenhos infantis.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="mas-como-anular-comportamentos-machistas-e-educar-os-filhos-dentro-de-uma-logica-que-nao-perpetue-a-desigualdade-de-genero">Mas como anular comportamentos machistas e educar os filhos dentro de uma lógica que não perpetue a desigualdade de gênero? </h4>



<p>Sem sombra de dúvida, para nós, mães de meninos, essa é uma missão importante, complexa e que necessita de informação, exemplo e muito diálogo para ser bem executada.&nbsp;</p>



<p>Considero-a complexa porque muitas mães, assim como eu, cresceram em ambientes machistas, onde piadas de que ‘os meninos vão beijar e pegar muitas meninas na escola’ eram encaradas como naturais; mulheres servirem os maridos era uma obrigação e tudo bem; e homens irem descansar após o almoço, enquanto as mulheres lavavam e secavam as louças era igualmente uma situação comum e não questionada.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="no-livro-para-educar-criancas-feministas-chimamanda-ngozi-adichie-aborda-o-tema-da-igualdade-de-generos-mostrando-maneiras-simples-e-precisas-como-oferecer-uma-formacao-igualitaria-as-criancas">No livro <strong>“Para educar crianças feministas”</strong>, Chimamanda Ngozi Adichie aborda o tema da igualdade de gêneros mostrando maneiras simples e precisas como oferecer uma formação igualitária às crianças.&nbsp;</h5>



<p>Na obra, a escritora expõe diversas sugestões de como criar os filhos através de uma perspectiva feminista. Eu tive contato com o livro a partir da indicação de uma amiga e achei uma leitura muito importante para mães que desejam refletir sobre o assunto e iniciar o processo de preparação dos filhos para combater o machismo tão presente na nossa sociedade.</p>



<p>A publicação lista dicas simples que podem ajudar as mães a identificar o machismo no dia a dia mesmo quando ele está disfarçado em sua cultura. Pois bem, enquanto mulher educada em uma época em que o machismo era ainda mais forte, hoje, mãe de um menino de 3 anos de idade, desejo desconstruir esses valores e educar meu filho no caminho da equidade e de ações mais equivalentes entre homens e mulheres.&nbsp;</p>



<p>Assim, busco oferecer um ambiente familiar diferente para ele em relação ao que fui criada, começando pelo exemplo, esclarecendo questionamentos que já começaram a surgir, como ‘esse brinquedo é de menino ou de menina, mamãe?’.  Acredito que, ao oferecer uma educação sem estereótipos em casa, estarei preparando-o para combater os comportamentos machistas que presenciar no ambiente externo.</p>



<p>Para mim, esse é um bom ponto de partida, mas precisamos ter consciência que nossa missão enquanto mães vai muito além do que firmar esses valores para nossos filhos. Temos que mostrar&nbsp; que os diversos privilégios que nossa sociedade concedeu a eles ao longo dos anos precisam ser questionados e combatidos.</p>



<p>Não podemos continuar repassando para nossos filhos a educação machista que tivemos, dizendo, por exemplo, que ‘menino brinca de carrinho e menina, de boneca’ ou que ‘meninos não choram, porque são homens’.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://danielsoaresdesign.com.br/conversa/wp-content/uploads/2022/01/Menino-brincando-de-boneca-1024x575-1.jpg" alt="" class="wp-image-4483" srcset="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Menino-brincando-de-boneca-1024x575-1.jpg 1024w, https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Menino-brincando-de-boneca-1024x575-1-300x168.jpg 300w, https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Menino-brincando-de-boneca-1024x575-1-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Como educar meninos neste mundo machista. Foto reprodução: comercial Baby Alive</figcaption></figure>



<p>Fico feliz em ver que o machismo já não é mais aceito com naturalidade pelas mulheres e parte da sociedade. Atitudes machistas hoje incomodam, revoltam e mobilizam multidões. Sei que ainda estamos muito longe do ideal, mas se cada um fizer a sua parte tentando educar a nova geração de forma diferente, em breve, teremos ainda mais motivos para comemorar.&nbsp;</p>



<p>A seguir, compartilho algumas dicas que estão no livro de Chimamanda Ngozi Adichie e em outros textos que li sobre o assunto. Espero que possam ajudar outras pessoas nessa tarefa tão importante que é a educação de meninos em um mundo tão machista.</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Exponha seu filho a personagens diversos em livros e filmes e não diferencie atividades e brincadeiras.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="2"><li>Procure dividir com ele o trabalho doméstico e esclareça que essas tarefas são responsabilidade de toda a família.<strong> </strong>“O trabalho de cuidar da casa e dos filhos não deveria ter gênero, o que devemos perguntar não é se uma mulher consegue dar conta de tudo, e sim qual é a melhor maneira de apoiar o casal em suas duplas obrigações no emprego e no lar”, orienta Chimamanda.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="3"><li>Trate seu filho com amor e carinho, independentemente da idade dele. Meninos também gostam de beijo e de aconchego, e por que não incentivá-lo a desenvolver sua sensibilidade e afetividade?</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="4"><li>Dialogue com seu filho e tenha atenção ao que você e sua família falam em casa.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="5"><li>Procure sempre educar pela equidade, pois é dessa forma que poderemos garantir direitos equivalentes para todos. Busque esclarecer para ele a importância de praticar a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres.</li></ol>



<p>Que tal fazer a sua parte dando exemplo dentro da sua casa, criando um ambiente mais saudável para seu filho, onde o diálogo seja forte e as ações familiares sejam livres de estereótipos?</p>



<p><a href="https://www.blogdaletrinhas.com.br/conteudos/visualizar/Para-educar-criancas-feministas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre o livro &#8216;Para Educar Crianças Feministas&#8217;</a></p>



<p>Leia também: <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/qual-o-papel-dos-pais-na-educacao-antirracista/">Qual o papel dos pais na educação antirracista?</a></p>



<p><em><strong>Fernanda Matos é jornalista e assessora de imprensa no Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</strong></em></p>
<p>O post <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/uncategorized/2021/03/09/como-educar-meninos-neste-mundo-machista/">Como educar meninos neste mundo machista</a> apareceu primeiro em <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br">Conversa | Estratégias de Comunicação Integrada</a>.</p>
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		<title>Qual o papel dos pais na educação antirracista?</title>
		<link>https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/uncategorized/2020/11/18/qual-o-papel-dos-pais-na-educacao-antirracista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 15:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Antirrascista]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A voz dos pais importa e é essencial para evitar o racismo infantil Recentemente, fui surpreendida por uma senhora idosa enquanto passeava com meu filho. Estávamos no playground do nosso prédio quando ela me perguntou: há quanto tempo a senhora cuida desse menino? Em tom leve e respeitoso, respondi: desde que ele saiu da minha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>A voz dos pais importa e é essencial para evitar o racismo infantil</em></strong></p>



<p>Recentemente, fui surpreendida por uma senhora idosa enquanto passeava com meu filho. Estávamos no playground do nosso prédio quando ela me perguntou: há quanto tempo a senhora cuida desse menino? Em tom leve e respeitoso, respondi: desde que ele saiu da minha barriga. Infelizmente, situações como essa têm sido muito comuns nesta fase da minha vida de mãe de um menino de pele branca.&nbsp;</p>



<p>Não posso negar que é algo que me incomoda, porque eu estaria mentindo. Mas, na verdade, minha maior preocupação mesmo é como o meu filho vai reagir a comportamentos racistas como esse quando ele começar a entender as coisas e qual será o meu papel na construção antirracista dele. Na semana do Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, comemorados no Brasil em 20 de novembro, trago uma importante reflexão para todos nós. Qual o papel dos pais na educação antirracista?&nbsp;</p>



<p>Sou negra e sempre estudei em escola particular tradicional, onde sofri na pele diversas situações racistas. Não gosto de falar sobre essa época porque é muito difícil recordar as inúmeras cenas excludentes que vivenciei, muitas vezes sem compartilhar o acontecido em casa com meus pais.</p>



<p>Prefiro aproveitar essa oportunidade para trazer um recado importante: é urgente e imprescindível que todos os pais tragam a luta antirracista para dentro de casa, sejam eles de pele branca ou negra. Não falar sobre o assunto com seus filhos é um erro enorme, uma vez que os comportamentos racistas sempre existirão fora dos nossos lares e as nossas crianças precisam ser educadas a reagir a eles, seja para se defender ou para apoiar outro coleguinha que esteja sendo agredido. Mas, como fazer isso?&nbsp;</p>



<p>Compartilho com você algumas reflexões pessoais sobre o assunto que podem nos ajudar nessa caminhada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Traga a discussão para dentro de casa</strong></h3>



<p>Crianças não nascem racistas, elas são induzidas a esse comportamento a partir da observação. Por isso, considero importante o papel dos pais nesse processo. Na verdade, acredito que essa orientação precisa começar em casa, passar pelo ambiente escolar e ultrapassar outras fronteiras.&nbsp;</p>



<p>E tem mais: as crianças pretas precisam de orientação, assim como as brancas. Então, que tal conversar com seus filhos sobre o assunto tenha ele – e você – a cor de pele que tiver?&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dê o exemplo e ensine seus filhos a conviver com a diferença</strong></h3>



<p>Por que não explicar hoje mesmo para eles que as pessoas são diferentes, que temos amigos brancos, pretos, indígenas e é isso que nos caracteriza, que vivemos em um país plural e precisamos respeitar as diferenças?&nbsp;</p>



<p>Observar as atitudes do seu filho e dar o exemplo é muito importante, porque as crianças espelham as atitudes dos seus pais. Diversos estudos e especialistas reforçam que crianças se inspiram nos adultos para formar a personalidade e os traços psicológicos. Por isso o exemplo é tão decisivo para a mudança de comportamentos e para evitar más influências.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mostre a diversidade e inclua isso no cotidiano da criança</strong></h3>



<p>No caso de crianças brancas, por exemplo, os pais podem contribuir muito com esse processo de mudança com ações simples e direcionadas. Podem comprar bonecas de vários tons de pele, mostrar que temos super-heróis negros, falar sobre a história do Brasil e mostrar a variedade de lendas e personagens negros e brancos no folclore brasileiro e reforçar a luta dos negros e indígenas ao longo da nossa história.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Estimule a reflexão sobre o assunto e desenvolva a empatia&nbsp;</strong></h3>



<p>Atividades familiares também podem estimular as crianças a pensar sobre o assunto com naturalidade. É possível criar apresentações com fantoches e desenvolver outras atividades educativas para serem realizadas com os amigos. Outra possibilidade é de sempre perguntar aos filhos se existem coleguinhas e professores pretos no colégio e questioná-los se seria legal se todos pudessem ter amigos na escola de várias cores ou sobre como seria ruim se os colegas falassem mal do seu cabelo ou brincassem com a sua cor ou falassem mal da sua família só porque ela é diferente da sua. Enfim, levar para dentro de casa essa discussão de uma maneira natural, sempre considerando a idade da criança.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reforce a beleza das suas origens</strong></h3>



<p>No caso de pais de crianças pretas, além das ações já citadas, também é possível empoderar a cultura preta, promover diálogos sobre o assunto, apresentar pessoas de destaque na luta contra o racismo, orientar sobre como responder a comentários racistas, entre outras atitudes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Promova conversas que afastem a intolerância&nbsp;</strong></h3>



<p>Oferecer um local de discussão dentro de casa e oportunizar momentos de escuta é um bom caminho. As crianças são curiosas e sempre querem saber o porquê das coisas. Enquanto pais, precisamos assumir a responsabilidade de combater o racismo e mudar essa triste realidade que muitas crianças pretas, assim como eu, sofreram e sofrem dentro das escolas, nos parquinhos e em tantos outros lugares desse país miscigenado em que vivemos. Afinal de contas, sabemos que o combate ao racismo estrutural é um desafio, mas não é impossível.&nbsp;</p>



<p>Que tal começar agora mesmo a incluir essa discussão com seus filhos e combater qualquer forma de discriminação, seja o racismo, o machismo, a homofobia e tantas outras formas de preconceito? Vamos pôr um fim à invisibilidade que o nosso país impõe às pessoas pretas, mobilizando nossa família, amigos e todas as pessoas que conhecemos. O antirracismo não é uma luta exclusiva dos pretos, ele é uma responsabilidade de toda a sociedade.</p>



<p>Por fim, como disse Nelson Mandela, “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”.</p>



<p>Saiba mais: <a href="https://antigo2021.conversacomunicacao.com.br/o-racismo-estrutural-nos-algoritmos-do-instagram-e-twitter/">O racismo estrutural nos algoritmos do Instagram e Twitter</a></p>



<p>Descubra:<a href="https://www.instagram.com/p/CA8StnmDdsr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Entenda melhor o movimento negro</a></p>



<p><strong><em>Fernanda Matos é assessora de imprensa no Conversa Estratégias de Comunicação Integrada</em></strong></p>
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